domingo, 21 de setembro de 2008

À deriva

E quando a água está gasta
O tempo parou de funcionar
Ninguém sai de sua casta
Nada sai do lugar
O bastante já não basta
Não adianta rezar

Os primeiros inconformados
Em silêncio a gritar
Correm de pés atados
Sonhos a queimar
Exército de robôs armados
Meu Deus! Onde vão parar

Se esconder não mais importa
O futuro já não se faz agora
Quando a realidade bater à sua porta
Mande marcar hora

Um comentário:

Pedro Raphael Paiva disse...

nossa... lindo esse.
Adorei, gostei muito, muito, muito mesmo!
Parabéns!