E quando a água está gasta
O tempo parou de funcionar
Ninguém sai de sua casta
Nada sai do lugar
O bastante já não basta
Não adianta rezar
Os primeiros inconformados
Em silêncio a gritar
Correm de pés atados
Sonhos a queimar
Exército de robôs armados
Meu Deus! Onde vão parar
Se esconder não mais importa
O futuro já não se faz agora
Quando a realidade bater à sua porta
Mande marcar hora
domingo, 21 de setembro de 2008
À deriva
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Um comentário:
nossa... lindo esse.
Adorei, gostei muito, muito, muito mesmo!
Parabéns!
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